Eu, mamãe e estilo.

Mamãe querida com toda atenção sempre compra mimos para os filhos, é uma blusinha, par de meia, presentear é um hábito na família.

Porém, venho aos poucos mudando as minhas roupas, antes no Rio era shortinho e havaianas o tempo todo, agora, tenho escolhido por roupa mais sóbrias, nude, sem estampas.

Mamãe ainda não percebeu e sempre aparece com umas peças que não tô mais afim de usar.

Hoje por telefone:
– Filha, comprei um macacão pra você.
– Ahhh mãe, não compra mais roupa pra mim não, tô querendo um estilo mais nude.
– O estilo vai ser ” ESTILO TÁ NA PROMOÇÃO e CABE NO SEU PEITO” pára de graça!

Mamãe é uma ótima consultora de moda realista.

Eu e meu cachorro.

Estou temporariamente morando do Rio, fiquei um mês sem ir em casa e minha maior curiosidade esse tempo todo foi como TóHenriqui reagiria quando me visse.
Ele faria uma festa ao me ver? Ficaria colado em mim?!
Teria raiva? Se sentiria abandonado?

Quando Carlos passou uma semana fora o dog fez toda uma festa no reencontro, não desgrudou por horas, abraçava Carlos sem parar.

Estava curiosa e ansiosa para o reencontro.

Cheguei em casa as sete da manhã, viajei de madrugada, Tózinho ao ver q a porta fez barulho se levando, mas não saiu do lugar, eu entrei, o chamei, dei Oi, ele veio até mim.. Não teve rabinho mexendo, pulinhos, nem a orelha levantou.
Sentei no sofá, o chamei, calmamente sem a menor vontade ele veio, sentou no meu colo e a expressão era “garota, me deixa dormir, são sete da manhã”.
Disse q ele podia ir pra cama e ele foi.

Só chego a conclusão que Tó é um gato em corpo de cachorro, ele gosta da casa, gosta da comida, me obriga a brincar e fazer carinho e só, não posso esperar afetividade canina.

Começo a desconfiar que estou em um relacionamento abusivo

#schnauzer #casosdefamília
@dog.thorzinho

 

Cachorro meu

 

Thor Henrique é adotado, chegou tem 3 meses, já veio com personalidade e manias.

Nas primeiras 24hs ele só ficava triste olhando para a porta, depois resolveu rosnar, me mordeu, mordeu o Carlos, mordeu até o João.

Carlos disse para devolve-lo, só respondi “até hoje não te devolvi pra sua mãe pq devolveria o cachorro??”

Thor não brinca, não gosta de outros cachorro e muito menos de passarinho, não late e detesta ser empurrado, mastiga mais rápido que a minha irmã e depois passa mal.

Não pede licença, senta no seu colo e pede carinho. Seu signo é sonolência com ascendente em carência.

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Carlos chama ele de “cara de cu”, “coisa estranha”, engana o cachorro o tempo todo fingindo que vai leva-lo para passear.

Os dois brigam em casa, na rua, tem horas q eu não sei se é o Carlos que ataca o cachorro ou o cachorro que avança nele. Eu? Tento separar a briga dos dois e abro a boca a chorar.

E depois de 3 meses Thorzinho é apaixonado pelo Carlos, só dorme quando o Carlos chega, só deixa o Carlos dar banho, só faz festa pra Carlos Henrique.

Thor virou estatística, na minha estatísticas de amores não correspondidos.

#casosdefamília #schnauzer #instadog #schnauzerwhite

Ontem, fiz 27.

Sem crise, sem drama, são só 27.
Sem emprego, sem carro, sem diploma.
Mas de coração transbordando.

Com 27 eis me aqui, nunca sai tanto da minha zona de conforto como no último ano, já faz tempo que mudo de casas, cidades, mas a mudança por dentro (e mais inportante) veio somente agora.
Eu já tinha total noção que precisava ser alguém para o mundo, fazer a diferença, mas até então tudo era no plano das idéias.

Nesse último ano naveguei por dentro de mim mesma, exorcisei sentimentos, abandonei hábitos que só me faziam mal.
Não, não me tornei vegana ou fitness.
A mudança foi totalmente emocional.
Constitui quem e o que era sagrado, respeitável e dispensável.

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Aprendi o que era empatia, me compadeci das dores do próximo, do entrevistado, do documentado, da criança na Síria.

Resolvi amar, amar deliberadamente e nunca fui tão feliz como nos meus 27.

Abrigada Mamãe querida (Marcia Cavadas), por fazer questão de celebrar meu dia, aos queridos que compareceram.
E aos meus poucos e bons amores q mesmo de longes me aquecem

Mamãe, eu e meu cabelo.

Mamãe se sente frustrada por saber que não tem mais controle da minha vida, assim para faze-la feliz eu a declarei autoridade máxima ao meus cabelos. É ela que toma as decisões importantes a cerca deles, o que pra mim é facil pq sou bem desapegada das madeixas.

Dois ano atrás, eu fiz californianas em casa, de um jeito bem amador e todo errado.
É claro que mamãe detestou, em menos de 15 dias me levou em um salão.
Sai de lá com californianas loirissimas, eram lindas e bem feitas.
E loiras demais pro meu gosto, mas como eu disse “quem aqui se importa com meu gosto?!”

Na época, mamãe disse:

– Você nao tem que pintar o cabelo! Tirei essa coisa horrivel q vc fez, tá lindo agora, mas não tem q pintar o cabelo ate chegar os fios brancos! É uma ordem!

Semana passada fomos a uma feira de beleza em SP, depois de cortarem meu cabelo como mamãe desejava, passamos um dia feliz e logo no final do evento eu escuto:
-Agora é so fazer umas luzes que ficará perfeito!
– Ué, mas vc disse que o meu cabelo nao pode ser pintado.
– Agora você é adulta, vai pintar sim.

Ficarei feliz com a nova informação que me tornei adulta, pq entender essa lógico do cabelo nao dá mesmo.

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Mamãe no whatsapp

Carlos, meu noivo, está com pneumonia e ontem a noite enquanto ele recebia a última medicação no hospital, eu conversava com a minha mãe pelo Whatsapp contando o diagnóstico, para ilustrar enviei uma foto da receita médica com a lista de medicamentos e a resposta foi:
– Rá, tudo que seu pediatra receitaria! Não sei pra que ir a hospital!

Siiim, mamãe insiste que eu, meus irmãos e genros devemos ir sempre ao pediatra.

#lógicamaterna

Mamãe veio me visitar (mês de abril)

Por causa dos meus relatos no Facebook de sua espontaneidade ela se manteve calada quase todo tempo.

A mim não deferiu nenhuma sinceridade, mas relatou sobre o aniversário da minha irmã que é no meio do mês de abril.

– Sua irmã foi visitar as amigas de Minas esse último fds, queria passar o aniversário dela lá festejando, mas eu não deixei.

– Normal, né mãe .. Você vai querer fazer pelo menos um bolinho pra ela.

– Quero fazer bolo nenhum, quero fazer nada, mas ela vai fazer nada junto comigo.

Raciocínio lógico a gente vê por aqui.
#mamãe #mamãesincera #mamãelogica

eu não existo longe de você…

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Pra se entender: nós começamos a namorar no Canadá, morávamos em cidades distantes e antes mesmo de firmar namoro começamos a “morar juntos”, Carlos estava passando uns dias na minha casa que se tornaram somente TRÊS MESES, quando voltamos pro Brasil ele foi morar em SP e eu no Rio.. Fizemos ao contrário,  começamos grudadíssimos e fomos afastando, foi difícil, mas aprendemos muito e agora estou em SP com ele, dividindo a vida já há 7 meses.
Nesse tempo passei dois fds fora de casa e foi HORRÍVEL,  como se acostuma viver a dois não é mesmo?!
Porém,  dessa vez foram SETE longos dias, uma semana, a saudade do chamego era esperada o que nos surpreendeu foi mudança de temperamento ocasionada pela falta de influência de um no outro.
Temos o hábito de enrolar na cama até o meio dia.. Longe dele as 8 da manhã eu já estava em pé, o mel da preguiça do Carlos não estava na cama para me prende-la a ela, fiquei muito mais agitada, ansiosa e gulosa!
Carlos voltou a ser por esses dias o velho amargo resmungando e implicando com tudo e nada, quando cheguei ele ainda reclamava de tudo, era luz acessa, então eu apagava e ele reclamava da luz apaga, coisas minimas a intenção ali era só reclamar mesmo, hahahahaha
Esse semana separados só evidenciou o quando somos melhores juntos, o quando ele é meu porto seguro, que me deixa good vibes como diz uma amigo nosso. ❤❤

Dino’s Park

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Não me lembro qual filme fomos assistir no cinema quando nos trailers nos deparamos com Jurassic World, vibramos, vibramos MUITO e é claro que na semana de estréia estávamos lá.
Decepção?!  Não,  mas dizer que saímos do cinema radiante não foi.
Acredito que por sermos da geração que assistiu Jurassic Park na infância, que é uma época da vida lindamente lúdica, foi inocência de nossa parte crer que sairíamos com a mesma sensação de quando tínhamos 6 anos.
Porém,  o passeio é claro que valeu a pena, uma segunda off com cineminha sempre cai bem 🙂 e além do passeio trouxemos pra casa o copo do combo de pipoca pra podermos beber refri juntos 😛

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